Policiais militares da 4ª Companhia de Policiamento Militar de Mirinzal, sob o comando do capitão Benilton Menezes, prenderam em flagrante delito, na última quinta-feira (24), Sandro Alex Mendonça Belford, suspeito de cometer crime de estelionato na cidade de Cururupu, a 431 Km de São Luís.
De acordo com informações policiais, Sandro Alex foi preso em um ponto de ônibus, no município de Mirinzal, tentando evadir-se para a cidade de Viana, de onde é natural.
Segundo o capitão Benilton, a prisão do estelionatário somente foi possível após uma denúncia, repassada via rádio pela delegacia de Polícia Civil de Cururupu, informando que o indivíduo havia praticado vários golpes se passando por um médico recém-formado.
Conforme explicou Benilton, o criminoso chegou à cidade e se instalou em um hotel afirmando que teria a formação de médico. Logo de início, pediu emprestado à recepcionista do estabelecimento a quantia de R$ 40,00. Saiu após três dias, depois de consumir produtos, sem pagar a conta equivalente a R$ 250,00.
O fato motivou o proprietário do hotel a denunciá-lo à polícia. No momento da abordagem policial, foi encontrada com o acusado a quantia de R$ 412,00.
Ao ser encontrado, Sandro Alex Mendonça negou a autoria dos golpes, porém, após ser reconhecido pela vitima, confessou o golpe no hotel Arco-Íris, e disse que, além deste, havia aplicado outros em um moto-taxista, um taxista e em uma dona de lanchonete na rodoviária da cidade de Cururupu. Também pegou dinheiro de outras pessoas não identificadas que contribuíram com a falsa formatura.
Sandro Alex Mendonça Belford foi apresentado na Delegacia de Mirinzal e, logo depois, encaminhado para a delegacia de Cururupu, onde foi autuado por estelionato.

Jovem de 24 anos confessou à polícia ter participado do crime.
Sindicalista foi assassinado no dia 14 de abril, quando retornava para casa.

Comente agora
Policiais Civis prenderam, nesta quinta-feira (24), na cidade de Buriticupu, a 404 km de São Luís, um jovem de 19 anos, suspeito de ter participado do homicídio contra o líder comunitário rural Raimundo Alves Borges, conhecido como “Cabeça”, no último dia 14 de abril.
O jovem se apresentou espontaneamente na delegacia do município e confessou o crime. Segundo o suspeito, ele mesmo teria pilotado a motocicleta que levava o pistoleiro para efetuar os disparos contra a vítima.
Um dos mandantes da execução, que já se encontrava preso, e cujo nome não foi revelado pela polícia, confessou o crime e ainda afirmou que foi paga a quantia de R$ 5 mil aos pistoleiros, para que fosse concretizado o assassinato.
O jovem se encontra detido na Delegacia de Buriticupu à disposição da Justiça. A polícia intensificou as buscas, a fim de prender um dos pistoleiros acusado de ter participado da execução do líder comunitário, identificado como Francisco Teixeira de Oliveira Filho, o “Filho”.


23/05/2012 13:50:19 - Lenno Edroaldo / Agência Assembleia

Foto Materia

A deputada Francisca Primo (PT) fez um convite à sociedade maranhense, para que participe de um seminário, na tarde desta quarta-feira (23), sobre Segurança Alimentar e Nutricional (SAN). O evento será realizado no Plenarinho da Assembleia Legislativa, com a participação da coordenadora-geral do sistema público de agroalimentares do Ministério de Desenvolvimento Social (MDS), Isis Ferreira.

Segundo a parlamentar, o evento será realizado a partir das 14h30, com o objetivo de divulgar ações do MDS sobre a implantação da unidade de apoio à distribuição da agricultura familiar nos municípios pertencentes aos territórios da cidadania, assim como garantir que os mesmos possam concorrer e serem selecionados.

Primo informou que entre outros temas, serão explicados assuntos como financiamento de elaboração de projeto de engenharia, execução de obra e instalação, aquisição de veículos adequados para transporte de gêneros alimentícios e equipamentos, matérias permanentes novas, com vista a viabilizar o desenvolvimento do projeto, distribuição e comercialização da agricultura familiar, entre outros temas.


Desmatamento, invasão de terras indígenas e trabalho escravo. Foi contra esse cenário que o Greenpeace protestou nesta segunda-feira (14/05). A 20 quilômetros da costa de São Luís (MA), ativistas escalam e bloqueiam a âncora de um navio que estava prestes a receber toneladas de ferro gusa que seriam levadas aos Estados Unidos, com um banner escrito “Dilma, desliga a motosserra”. Largamente exportado para aquele país, onde vira aço para a fabricação de carros, o ferro gusa carrega destruição e violência em sua cadeia de produção. As evidências estão no relatório “Carvoaria Amazônia”, divulgado hoje pelo Greenpeace.
Dependentes de grandes quantidades de carvão vegetal para alimentar seus fornos, onde o minério de ferro se transforma em ferro gusa, siderúrgicas como Viena – dona da carga do navio – e Sidepar negociam com carvoarias repletas de irregularidades no Maranhão e no Pará. A lista inclui a extração ilegal de madeira e o uso de trabalho análogo ao escravo. Apesar de a investigação ser um pequeno recorte da cadeia de produção, tanto Viena quanto a Sidepar exportam quase 80% do ferro gusa que produzem na Amazônia para os EUA, onde vira aço usado por montadoras de veículos americanas.
A denúncia deixa claro que os compromissos de proteção ambiental e social da presidente Dilma, que ela quer usar como marketing na Rio+20, não têm reflexo na realidade da Amazônia. “Enquanto o governo Dilma vende a imagem de país verde e moderno às vésperas da Rio +20, esta região está virando carvão para alimentar as indústrias de ferro gusa e aço, que espalham o que há de mais arcaico e predatório pela Amazônia”, diz Paulo Adario, diretor da campanha Amazônia do Greenpeace, a bordo do navio Rainbow Warrior, que está em São Luís. “É uma vergonha que o país ainda seja complacente com uma produção cheia de ilegalidades e que leva à destruição da floresta e de seus povos.”
Para se produzir carvão, é preciso madeira. E nessa região de Carajás, onde a Vale explora o maior estoque de minério de ferro do planeta, os últimos lugares onde se vê floresta são áreas protegidas, a maioria terras indígenas. As áreas são constantemente invadidas por madeireiros e carvoeiros, com casos frequentes de violência.
Encurralados no sul do Maranhão, o povo Awá-Guajá são um exemplo dos impactos provocados pela expansão dessa indústria na região. Grupo nômade que se dedica à caça e à coleta de produtos florestais, os Awá, reduzidos a cerca de 400 indivíduos, são hoje considerados um dos povos indígenas mais ameaçados do mundo.
O relatório do Greenpeace é mais um elemento que põe em dúvida o comprometimento de Dilma com o meio ambiente. “Desmatamento e trabalho escravo não cabem num Brasil moderno. Se Dilma quer manter a boa reputação brasileira na defesa do meio ambiente, ela deve continuar o trabalho que Lula começou, defendendo a Amazônia e seus povos”, afirma Adario. “Mas com o cenário que estamos assistindo – e que inclui a aprovação, pelo Congresso, de um Código Florestal que permite mais desmatamento – fica difícil manter essa imagem.”
Fotos da produção de ferro gusa
Créditos: Marizilda Cruppe/Greenpeace e Rodrigo Baleia/Greenpeace
Leia o relatório "Carvoaria Amazônia", do Greenpeace


Policiais militares do 11º Batalhão em Timon-Ma ao abordar a moto de placa NHB-5682, que era suspeita de ter feito assaltos na cidade, foi recebida com disparos de arma de fogo por Wellington da Silva Moura, conhecido como “Olho de Gato” e seu filho Elton Júnior de Sousa Moura, que são suspeitos do roubo de motos e prática de assaltos na cidade.

Fotos: PMTimon
Wellington

A PM iniciou uma perseguição aos acusados, que disparam dezenas de tiros, sendo revidados pela polícia. Eles foram baleados nas pernas, sendo que um caiu e outro se escondeu em um matagal. Com a chegada de reforços, eles foram presos e um revólver calibre 38, foi apreendido, com seis cápsulas deflagradas. 

De acordo com o Major Medeiros, comandante do 11º BPM, uma senhora identificada como. Francisca Maria Feitosa foi atingida por um disparo dos suspeitos, que atingiu sua face. 
Elton


Os presos foram socorridos e encaminhados ao Hospital de Urgência de Teresina (HUT), e depois à Central de Flagrantes onde foram autuados por assalto e tentativa de homicídio. Os mesmos já são conhecidos da PM, onde um cumpriu pena por tráfico de drogas e o outro por roubo de motos, porém já estavam em liberdade.

A outra prisão que ocorreu ontem(07), foi de Cleber Reis da Silva, conhecido como Chabau. Ele responde processo por homicídio e por prática de assalto, mas estava solto. O mandado de prisão foi dado pela justiça de Caxias onde o mesmo responde a processo  por assalto.



Da redação
redacao@cidadeverde.com


Clodoaldo Guimarães morreu minutos depois que seu executor fugiu em outra motocicleta
Mais um homícidio em plena via pública, em pleno domingo, foi registrado em São Luís. Desta vez a vítima foi Clodoaldo Guimarães da Silva, 29 anos, mais conhecido como “Latô”.
O crime aconteceu no final da manhã de hoje, dia 06,  na avenida São Luís Rei de França, Turu.
Clodoaldo foi vítima de vários tiros no momento em que trafegava sentido Cohab-Turu, em sua motocicleta Honda Twistter de cor vermelha, de placa NMP-0266, de São Luís.
De acordo com informações, ao se aproximar do sinal eletrônico da entrada do conjunto Habitacional Turú uma pessoa não identificada, que viajava na garupa da moto da vítima,  sacou de um revolver ponto quarenta (.040) e disparou contra o condutor da moto.
Transeuntes olham o corpo estendido na avenida.
Clodoaldo morreu ainda no local após o executor pegar outra moto, que estava no sentido contrário da avenida, pilotada por outro condutor.
A vítima, que residia na rua Boa Esperança, nº 08, Turú, de acordo com informações da polícia, responde por dois homicídio, sendo um deles contra um traficante da região do Vicente Fialho.
Há a suspeita de que ele estava sendo jurado de morte. A polícia trabalha no sentido de descobrir se o crime tem relação com outros casos.


A sequência de mortes ocorridas no Maranhão nos dois últimos anos tem assustado toda a população do estado. Para tentar chegar à raiz do problema, os deputados estudam instaurar a CPI da Pistolagem, com o objetivo de pôr fim às inúmeras mortes ocorridas por encomenda. Flávio Dino apoia a iniciativa.

flávio dino
Flávio Dino ressalta importância da investigação dos crimes em série ocorridos no Maranhão.
“Importante a criação da CPI da Pistolagem na Assembleia Legislativa do Maranhão. Assassinatos em série, por exemplo o do jornalista Decio Sá,” exemplificou o presidente da Embratur em seu microblog pessoal na tarde desta quinta-feira (3).

A declaração de Dino surge em apoio ao movimento do deputado Bira do Pindaré na Assembleia Legislativa para criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito que investigue os assassinatos ocorridos desde 2010, com características de encomenda. O documento precisa de 14 assinaturas para autorizar o início das apurações; 13 deputados assinaram apenas no primeiro dia.

Desde o início de 2012, pelo menos oito pessoas foram mortas em todo o estado por criminosos que atuam em motos e disparam tiros fatais contra as vítimas.

Além do jornalista Décio Sá, foram executados os empresários José Mauro Queiroz e José Queiroz Filho, donos de uma distribuidora de óleo no Maracanã, em São Luís; Raimundo Cabeça, líder camponês em Buriticupu; Francisco Ferreira Sousa, ex-prefeito de São José dos Basílios, conhecido também como Chico Rio-grandense; João Ribeiro Lima, advogado, em Presidente Dutra; um personal trainer, embora tenha relacionado o fato a tráfico de drogas, mas também foi um crime de execução; e no sábado (28), Maria Amélia Guajajara, líder, cacique da Aldeia Coquinho, no município de Grajaú também foi assassinada com dois tiros na cabeça.

Da Redação Vermelho/Maranhão 
Com informações da assessoria do deputado estadual Bira do Pindaré

Megashop